BRAZIL CINEFEST RESISTE À CRISE E ASSINA COM A GIGANTE SMG FILM PARA AGENCIAMENTO E DISTRIBUIÇÃO MUNDIAL.

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Seguindo os passos dos disputados festivais de Cannes e Berlin, também agentes da SMG e que representam uma importante janela na distribuição de filmes independentes através de film market, o festival carioca BRAZIL CINEFEST que acontece de 11 a 13 de Dezembro, resiste às crises e dá inicio a uma importante fase, oferecendo mais uma abertura para distribuição de filmes independentes brasileiros no cenário audiovisual internacional.

– Vejo as plataformas digitais como o futuro que chegou para ficar. Apesar da resistência, as telinhas dominaram o mundo. Acho que eu e o Bob Shami, CEO da SMG sempre pensamos parecido mas em mundos diferentes e com diferenças expressivas de recursos. Quando começamos a nos falar, logo percebi isso. Diz João Rocha.

O festival sempre recebeu mais visibilidade fora do Brasil. Chegando a ter um inicio de diálogo com a Academia Americana que promove o Oscar, mas ainda era considerado muito novo no mercado, mas assim mesmo indicou filmes para o Grande Prêmio do Cinema Brasileiro; muitos foram finalistas ou levaram o Grande Otelo.

Para o realizador, essa parceria do Brazil Cinefest com a SMG FILM representa uma possibilidade real de ter bons trabalho vistos, negociados e distribuídos em grandes veículos emergentes como a Netflix, Submarino,Walmart, Itunes, além de outras ações secundárias, libertando-os de um nicho restrito de canais a cabo e emissoras locais que ainda tem recursos e espaço muito limitado, principalmente para o cinema brasileiro independente. 

Além disso, os filmes de todas as edições estão sendo organizados em um extenso acervo digital que será preservado na Cinemateca do MAM para as futuras gerações.

-Isso na verdade é um grande sonho para qualquer artista: ver sua obra preservada atravessando os tempos. Quando o Hernani Heffner sugeriu, eu não pensei duas vezes. Sei qual é a importância de se preservar acervos e filmotecas e qual seu impacto na formação intelectual das novas gerações. Diz João Rocha.

-Sempre pensei que muitos festivais tinham as fronteiras e distâncias como grandes limitações físicas. Quando vieram as redes sociais, as plataformas de inscrições, os streamings e toda uma gama de importantes contatos feitos virtualmente, vi a possibilidade de criar grandes pontes e intercâmbios, podia dar novo fôlego ao festival. Percebi que as distâncias desapareceram e que ninguém mais era inacessível. Para resistir e sobreviver em um mundo quase totalmente digital, os organizadores dos festivais tradicionais, precisam entender todo um novo público, repensar seus conceitos e aceitar que a rede pode ser a cura para muitos festivais em declínio, alguns quase moribundos e que existem apenas para devorar os tão desejados editais e patrocínios.  

Os critérios técnicos e criativos, a SOBREVIDA da obra após seu lançamento e seu futuro são a maior preocupação.

-Nossos objetivos são muito claros. Não fazemos lobbie, não selecionamos por politicagem ou em busca de mídia. Se tem celebridade ou não,  nomes conhecidos ou não, pouco importa na hora da escolha. Queremos pensar na vida da obra. Gostei de participar da seleção dos curtas do Festival de Gramado por isso. Vi uma comissão séria, correta, que debatia e decidia em equipe após exaustivas horas de análises e considerações. Tiro isso sempre com exemplo. 

As produtoras Marina Trindade e Isabella Nicolas e os diretores Hsu Chein e Breno Ferreira integram o quadro do festival esse ano.

Sediado desde 2016 na Cinemateca do Museu de Arte Moderna do RJ (MAM) e com o apoio da Revista de Cinema, FilmFreeway, IMDB, Chicago for Ribs, Rio Film Comission, FC&VB-RJ e o seu principal aliado, o CINEPLANETA, que arrebanha anualmente cerca de 180 crianças para as sessões infantis.

A edição deste ano acontece de 11 a 13 de Dezembro, com sessões gratuitas dia 12/12 na Cinemateca do MAM, onde haverá a mostra infantil a partir das 14:00, seguida pelas competitivas e exibição especial do filme A Glória e a Graça (Dir. Flávio Tambellini), ganhador do Grande Prêmio do Cinema Brasileiro 2018 por Melhor Roteiro (Mikael Albuquerque) e que traz Carolina Ferraz interpretando um transexual.  

SOBRE A SMG FILM & SMG GROUP

A Shami Media Group é um dos principais distribuidores independentes de conteúdo nos EUA e no mundo, com uma biblioteca muito diversificada de mais de 148.000 títulos entre conteúdo de áudio e vídeo. Nosso foco principal está nas principais plataformas digitais, como Amazon, Netflix, Hulu, iTunes, bem como lojas físicas, incluindo Walmart, Target, Redbox e Best Buy.

A SMG Films fez uma parceria com prestigiados festivais de cinema para uma seleção de conteúdo mais curada por especialistas do setor. Através do nosso acordo de distribuição, os criadores de conteúdo foram apresentados nos principais serviços de streaming Netflix e Hulu. Além da colocação garantida da Amazon Prime, temos orgulho de nossa distribuição física para os principais varejistas e locais de entretenimento a bordo.

A SMG Music, possui uma extensa biblioteca musical com milhares de músicas de todos os gêneros, coletadas através de parcerias com fornecedores de música em todo o mundo. Através de nossa rede direta com todas as principais plataformas de streaming e mercados digitais, a SMG oferece lançamentos globais no Spotify, no Apple Music, no iTunes, no Amazon Music, no Tidal, no Pandora e muito mais. Além da distribuição, nosso conteúdo também é submetido para veiculação em filmes, comerciais, trailers e videogames.

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